O novo salário mínimo entrará em vigor em janeiro de 2026, após reajuste oficial publicado no Diário Oficial da União em 24 de dezembro.
O valor do salário mínimo foi definido conforme a política de reajuste do piso nacional, que considera indicadores econômicos e a inflação acumulada, conforme critérios estabelecidos pelo governo federal. Veja mais detalhes a seguir!
A partir de 1º de janeiro de 2026, o salário mínimo será de R$ 1.621,00. Esse aumento de 6,79% em relação ao valor anterior impacta diretamente a vida de cerca de 60 milhões de pessoas, incluindo trabalhadores com carteira assinada, beneficiários do INSS e programas sociais.
O Decreto nº 12.797, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, determina:
Art. 1º A partir de 1º de janeiro de 2026, o valor do salário mínimo será de R$ 1.621,00 (mil seiscentos e vinte e um reais).
Parágrafo único. Em decorrência do disposto no caput, o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 54,04 (cinquenta e quatro reais e quatro centavos) e o valor horário, a R$ 7,37 (sete reais e trinta e sete centavos).
Art. 2º Este Decreto entra em vigor em 1º de janeiro de 2026.
O reajuste segue a nova Política de Valorização do Salário Mínimo, aprovada em agosto de 2023. A regra combina o índice de inflação do período, medido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), com a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Assim, o valor é ajustado considerando:
Em 2024, por exemplo, o PIB teve expansão de 3,4%, mas os ganhos acima da inflação ficam limitados a 2,5% pelo novo arcabouço fiscal.
O salário mínimo no Brasil vem passando por aumentos constantes nos últimos anos. Veja como foi a evolução recente:
Implementada a partir de 2024, a política de valorização busca fortalecer o poder de compra da população. A fórmula leva em conta a inflação e o desempenho econômico nacional.
Quando o PIB não cresce de forma real, o reajuste leva apenas o INPC do período. Dessa forma, mesmo em anos de economia estagnada, o trabalhador não fica desprotegido da alta de preços.
O aumento do salário mínimo não beneficia apenas quem recebe esse valor. Ele serve de referência para diversos benefícios sociais e previdenciários, além de movimentar a economia, já que aumenta o poder de compra das famílias brasileiras.
Para aposentados e pensionistas do INSS que recebem o valor mínimo, a correção anual impacta as despesas fixas. O mesmo ocorre em programas como o abono salarial e o seguro-desemprego, que têm como base o novo valor nacional.
Fonte: blog.bizu.com.br
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