Calendário de pagamentos do INSS de fevereiro começa no fim do mês com valores já reajustados

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Fevereiro marca um momento importante no orçamento de milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O cronograma de pagamentos para este mês foi divulgado e segue a tradição da Previdência de escalonar os depósitos ao longo de vários dias, sempre respeitando o número final do benefício — uma regra que ajuda a organizar os saques e evitar aglomerações nas agências bancárias. Além disso, os valores já estão atualizados com o reajuste de 2026, que elevou o piso do salário mínimo e corrigiu outros benefícios pelo índice oficial de inflação.
 
Como de costume, o pagamento começa pelo grupo de segurados cujo benefício é igual a um salário mínimo, seguindo a ordem dos números finais sem considerar o dígito depois do traço. Em fevereiro de 2026, os depósitos dessa primeira faixa começam no dia 23 de fevereiro para quem tem final 1, e avançam dia a dia até 6 de março, quando recebem os últimos dos beneficiários dessa categoria com final 0.
 
Para quem recebe acima de um salário mínimo, o padrão é semelhante — os valores começam a cair na conta poucos dias depois, sempre respeitando o calendário escalonado. Neste caso, os grupos são formados por pares de finais (como final 1 e 6, 2 e 7, e assim por diante), seguindo até o início de março para conclusão dos pagamentos.
 
Esse calendário vale para aposentadorias, pensões, auxílios e outros benefícios regulares pagos pelo INSS. O beneficiário pode verificar a data exata do seu pagamento observando o número final do cartão do benefício — exibido no cartão físico ou pode ser consultado no aplicativo “Meu INSS” ou no site oficial.
 
A importância de conhecer essas datas vai além da simples organização financeira: para quem depende dessa renda mensal, saber quando o dinheiro cairá na conta facilita o planejamento das contas do mês, especialmente em um período em que despesas com saúde, moradia e alimentação seguem pressionando o orçamento das famílias.
 
Fonte: odia.ig.com.br

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